Bebidas quentinhas com café!

Esse friozinho… Nada melhor que uma boa xícara de alguma bebida quentinha e um cobertor para acompanhar, não é?! É por isso que o post de hoje é especial. Trouxe algumas dicas de bebidas com café que irão te ajudar a encarar o inverno com bom humor. E o melhor: elas são deliciosas e bem simples de preparar.

1 – Café com leite ninho

Café com leite ninho

É isso mesmo que você leu.

Basta preparar uma xícara de café ao seu modo – eu gosto dele forte, com apenas umas gotinhas de adoçante – e acrescentar uma colher de leite em pó / leite ninho (e, caso goste, uma pitada de canela) e misturar bem. O gosto lembra o famigerado café com leite, porém, não fica tão aguado, como às vezes acontece. E o aroma, então… ❤

2 – Café com leite condensado

O preparo dessa bebida aqui é quase o mesmo da receita acima. A diferença é que o café é amargo mesmo (sem açúcar ou adoçante) e o que vai deixá-lo docinho é o leite condensado; basta acrescentar uma colher ou duas e se preparar para ir ao paraíso. O gosto lembra bastante o cappuccino italiano (original).


Aproveitando o post, deixo a indicação de uma das minhas músicas favoritas no momento. Acho que ela cai super bem com o clima.

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Cuide de si

Cuide de si.

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Ouça suas músicas favoritas; dance em frente ao espelho; tome um café na padaria só para não ter que se preocupar. Trate seu corpo gentilmente. Durma umas horas mais cedo; se hidrate bastante; ande por aí; faça uns alongamentos (porque, acredite, isso faz toda a diferença depois de um dia cansativo); coma aquele brócolis que jurou que ia preparar. Cuide da mente e permita-se relaxar. Leia um livro; veja aquele episódio da série que você deixou atrasar; ligue pros seus pais; faça um carinho no gato, cachorro, em si mesma(o); dedique-se aos seus hobbies um pouco mais. Saia com os amigos. Saia com seu amor. Encontre o amor (próprio).

E se lembre de respirar.

Na correria do dia-a-dia, é fácil permanecer em “modo automático” e se perder em meio às trocentas tarefas-diárias-que-não-podem-esperar-mais-um-minuto. E, olha, às vezes elas podem sim. Saiba priorizar. – Calma! Sei que em alguns dias é mais fácil falar que fazer. Mas, também há momentos em que tudo é uma questão de perspectiva e que, com um pouquinho de paciência, dá sim para se encaixar na rotina. Isso não precisa ser algo tão raro.

Cuide de si.

Cuide de si como só você pode cuidar.

Não é o fim

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[Empress – Snow Patrol]

Respire fundo. Isso também vai passar.

Eu sei que às vezes tudo parece estar perdido e que você não consegue enxergar uma saída. Sei também que, nesses momentos, a vontade de desaparecer é grande e você voltaria correndo para sua cama e se esconderia do mundo, se pudesse.

Mas, de verdade, não é a solução. Por mais que alguns dias sejam difíceis, eles também terminam, assim como outros que vieram antes. E mesmo que algumas dores permaneçam, elas se tornam mais suportáveis com o tempo. Aprendemos a lidar, a conviver e, até mesmo, a deixar algumas delas pra lá.

Então, não desista. Você ainda tem tanto a viver. Acredite em mim. Ainda há tanto a viver por aí. Tanta gente, tantos lugares, tantas histórias para conhecer. Tantas memórias para criar.

Ainda não é o fim, meu bem.

[RESENHA] O iluminado

“_O mundo é um lugar duro, Danny. Não se importa com a gente. Não odeia a você, nem a mim, mas também não morre de amor por nós. Coisas terríveis acontecem no mundo, e são coisas que ninguém pode explicar”.

O iluminado

Com o passar do tempo, todo grande hotel se torna repleto de histórias. Ao menos, é o que contam os funcionários do Overlook, um prestigioso hotel nas montanhas do Colorado, no qual Jack Torrance, um escritor frustrado, assume o cargo de zelador após perder o emprego de professor em decorrência de um surto de raiva que levou à agressão de um de seus alunos.

Entretanto, por se tratar de um cargo voltado à manutenção do hotel durante o inverno, período em que a hospedaria fica fechada devido às fortes nevascas que assolam o estado e bloqueiam as estradas de acesso ao local, Wendy e o pequeno Danny, filho do casal, se mostram receosos quanto à mudança – não apenas por conta do isolamento, mas, também, porque, como o cozinheiro do hotel aponta, Danny é um iluminado (shinning). Isto é, o garoto, de apenas 6 anos, é capaz de perceber vestígios de acontecimentos passados, vislumbrar detalhes do que ainda está por vir e até mesmo captar pensamentos daqueles que estão ao seu redor.

Entretanto, este “dom” é tanto uma benção, quanto uma maldição, pois em um local com um passado tão sombrio quando o do Overlook – que já foi palco de diversos crimes e assassinatos brutais -, Danny se sente tudo, menos seguro.

Mas, quem haverá de dar razão ao garoto? Para Jack, estar ali é sua oportunidade de redimir-se como escritor ao escrever o que pode ser um grande best-seller sobre a história sangrenta do hotel; e, para Wendy, é uma última chance de recomeço para a família desestruturada.

Assim, os Torrance são deixados à mercê da sorte, tornando-se peças num jogo sádico criado pelo próprio hotel.


O ILUMINADO é um clássico do terror, lançado pelo norte-americano Stephen King em 1977, e, até o momento, é meu livro favorito de King.

Gosto da forma como a imaginação é incentivada por este livro. Por diversas vezes, King faz com que se questione o que é real e o que está meramente acontecendo na cabeça das personagens.

A fluidez da história é um outro aspecto que me agrada bastante. Uma vez iniciada a leitura, é muito difícil interrompê-la. Entretanto, tenho notado que é uma característica que remete mais ao autor que à obra em si, pois já a percebi em outros livros de King.

As sutilezas presentes na obra também são um ponto notável, pois, em determinados momentos, são motivos de maior impacto que acontecimentos mais obviamente assustadores.

A estruturação da história é deveras maravilhosa, assim, não é se questionar que O ILUMINADO seja um sucesso de vendas há mais de 40 anos.

O pôr-do-sol

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“Não resolve nossos problemas”, ele disse. “Mas, é um ótimo começo”.

Naquela tarde de domingo, observamos o horizonte, sentados lado a lado num banquinho feito para dois, enquanto o sol se punha. O céu mudava aos pouquinhos, indo do azul ao amarelo, e, dali, ao rosa, tingindo-se também com tonalidades de roxo e finalmente escurecendo. Pássaros pairavam preguiçosamente sobre as águas, em busca de alimento. O que buscávamos era outra coisa.

Não muito depois, a cidade toda se iluminaria; um espetáculo gratuito para quem se atrevesse a olhar para fora, para além das paredes e telas, para além…

Era algo mágico!

E, como toda magia, aquele momento também estava fadado ao fim.

Essa, porém, é uma história real. Uma narrativa sobre dias que são salvos por dez  ou quinze minutos encontrando novo fôlego diante de situações que, por pouco, não passam despercebidas. Sobre o belo e o inesquecível, sobre o cotidiano e a finitude das coisas. Sobre a efemeridade da vida, sobre a companhia e sobre as memórias que se criam.

Uma história sobre amor: à vida, a ti, aos nossos dias.

 

Vai bem com café #3 – Brigadeiro de café

Um dos meus maiores vícios – e quem acompanha o blog há um tempinho, ou me conhece pessoalmente, já deve ter notado – é o café. ❤ Daí o nome do blog e o nome da tag que acompanha as receitas que surgem por aqui. Café vai bem com muita coisa, inclusive chocolate. E por que não um brigadeiro de café?

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A receita é simples e deliciosa e combina com esses dias mais frios que vem chegando por aqui.

BC

Além do brigadeiro de colher, também é possível deixar que o brigadeiro gele um pouquinho, e, posteriormente, fazer bolinhas e passá-las numa misturinha de cacau em pó, café solúvel e canela em pó. Essa alternativa dá um gostinho especial aos brigadeiros. É sucesso garantido!

 

 

 

 

 

 

WA

Manhã de domingo

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(Sunday Morning – Maroon 5)

Raios de sol iluminam o emaranhado de lençóis sobre a cama; um calor agradável se espalha por minha pele enquanto os acordes de uma melodia que desconheço preenchem o quarto abarrotado. Observo a forma como você passeia os dedos ágeis pelas cordas da velha guitarra. E toda aquela dedicação às coisas que cria é algo lindo de se ver.

Me pego sorrindo ao encarar a cena que agora se repete toda semana: a única rotina da qual eu não me canso. E então sou tomada por um misto de alegria e incredulidade tão grande que começo a pensar que o coração está prestes a explodir. Como alguém é capaz de carregar tanto amor dentro de si?

Entre uma música e outra, você me lança um sorriso. Não sei o que fazer comigo mesma. Talvez as memórias criadas entre essas quatro paredes sejam as responsáveis por eu me manter de pé n’outros dias. Estas manhãs de domingo regadas a beijos, cafés e melodias improvisadas me salvam de qualquer reclamação ante a proximidade da segunda-feira, pois sei que tenho você guardado comigo.

 


Este e outros textos estão disponíveis no e-book “Cartas, cafés e alguns acordes”, uma coletânea de 39 crônicas autorais ilustradas.